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Muitas doenças reumatológicas, aquelas que afetam o aparelho locomotor (articulações, ossos, músculos, cartilagens, tendões e ligamentos), podem afetar também a pele. Para auxiliar o médico pediatra a reconhecer tais manifestações, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou novo documento científico sobre o tema, para estimular o diagnóstico precoce e o tratamento adequado de tais distúrbios em crianças e adolescentes.

“O médico pediatra, em geral, é o primeiro a avaliar o paciente. Levar informação qualificada sobre os sintomas e a aparência de tais manifestações na pele é uma forma de garantir a esse especialista o conhecimento necessário para um atendimento de excelência”, afirma a dra. Luciana Rodrigues Silva, presidente da entidade. “Quanto antes receber o diagnóstico e orientação, melhor para o paciente buscar a terapêutica adequada, minimizando riscos e sofrimento”, acrescenta.

O documento “Manifestações cutâneas das principais doenças reumatológicas pediátricas” é uma produção conjunta do Departamento Científico de Dermatologia e do Departamento Científico de Reumatologia da SBP e ficará disponível no site da entidade na internet. Em 26 páginas, é apresentado um guia ilustrado com as manifestações cutâneas associadas às principais doenças reumatológicas, entre elas a febre reumática, artrite idiopática juvenil e psoriásica, esclerodermia e outras.

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Além de mostrar os efeitos na pele, o estudo explica o que desencadeia as manifestações cutâneas e a frequência estimada de cada uma; mapeia e classifica os sintomas, de forma a orientar e facilitar o diagnóstico; esclarece o tempo médio de duração da afecção cutânea e suas fases etc. Os esclarecimentos são amparados por imagens que tornam ainda mais efetivo o reconhecimento das doenças pelo médico pediatra. Sem expor os pacientes, o documento da SBP é didático e ilustra a questão com clareza. 

 

Disponível em: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/novo-documento-apresenta-as-manifestacoes-cutaneas-associadas-a-doencas-reumatologicas-em-criancas/

 

 

 

A mais recente nota de alerta da Sociedade Brasileira de Pediatria reforça a obrigatoriedade da notificação, ao Ministério da Saúde, dos casos de Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P). Segundo a entidade, a doença está provavelmente associada à Covid-19, já que o problema aparece após dias ou semanas da infecção pelo novo coronavírus.

O comunicado foi elaborado pelos Departamentos Científicos de Infectologia, Reumatologia, Cardiologia, Terapia Intensiva e Emergência da SBP.

SOBRE A SIM-P

A Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica é uma condição grave que está afetando crianças e adolescentes que foram diagnosticados com a Covid-19. Ela é multissistêmica pois afeta pelo menos dois órgãos e sistemas, tais como cardíaco, renal, respiratório, hematológico, gastrointestinal, dermatológico e neurológico.

De acordo com o documento, crianças e adolescentes podem apresentar rápida progressão para formas mais graves da doença. Com isso, é muito importante que haja um suporte adequado para os cuidados e uma equipe pediátrica multiprofissional para o atendimento (emergencistas, intensivistas, cardiologistas, infectologistas, reumatologistas, imunologistas, nefrologistas, neurologistas, gastroenterologistas e hematologistas).

Os primeiros casos surgiram em abril deste ano em países da Europa e da América do Norte e, nos últimos meses, chegou à América Latina e ao Brasil. Em maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) soltou um comunicado alertando sobre essa nova síndrome em crianças.

 

Acesso completo em: http://soperj.com.br/nota-da-sbp-sindrome-rara-sim-p/

 

 

  • Data: 9 de setembro
  • Horário: 19h
  • Coordenação: Dra. Raquel Zeitel
  • Palestrantes: Dra. Lívia Menezes, Dra. Andréa Oliveira de Siqueira, Dra. Roberta Esteves e Dra. Mariana Setúbal
  • Moderação: Dra. Maria Júlia Barbosa da Silva

 

Maiores informações em: http://soperj.com.br/eventos/desafios-das-criancas-em-condicoes-cronico-complexas-nas-unidades-intensivas-pediatricas/

 

 

Até a semana epidemiológica 26, já são quase 6.000 casos confirmados de sarampo no Brasil, e o Rio de Janeiro é o segundo estado com maior número de casos.

 

O Ministério da Saúde, através da Secretaria de Vigilância em Saúde, publica semanalmente o Informe Semanal Sarampo em seu Boletim Epidemiológico (BE). De acordo com o BE Vol. 51 | No 28 | Jul. 2020 (semanas epidemiológicas 1 a 26, 2020), o país permanece com surto de sarampo nas cinco regiões. A Região Norte apresenta cinco (71,4%) estados com surto, a Região Nordeste seis (66,7%), a Região Sudeste três (75,0%), a Região Sul três (100,0%), e a Região Centro-Oeste quatro (100,0%) estados.

 

Entre as semanas epidemiológicas de 01 a 26 de 2020 (29/12/2019 a 27/06/2020), foram notificados 12.508 casos de sarampo, confirmados 5.642 (45,1%), descartados 5.500 (44,0%) e estão em investigação 1.366 (10,9%).

 

Os estados do Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina concentram o maior número de casos confirmados de sarampo, totalizando 5.476 (97,1%). O Estado do Rio de Janeiro é o segundo com mais casos (1.192) que representam 21,11% do total de casos no país.

 

Maiores informações em: http://soperj.com.br/sarampo-situacao-epidemiologica-e-prevencao/

 

 

Para abordar os aspectos clínicos e epidemiológicos da Covid-19 na infância e adolescência, o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF), da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz), divulgou o documento “Covid-19 e a saúde da criança e do adolescente”. O objetivo da publicação é contribuir para a análise, planejamento e tomada de decisão de gestores e profissionais de saúde na proteção e cuidado à saúde de crianças e adolescentes no Brasil.

 

ACESSE AQUI O DOCUMENTO NA ÍNTEGRA.

 

Matéria completa em: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/iff-divulga-documento-sobre-os-aspectos-clinicos-e-epidemiologicos-da-covid-19-na-infancia-e-adolescencia/

 

 

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