302 Found

Found

The document has moved here.

DIR. ADJUNTA ATIVIDADES ACADÊMICAS

 

Por: Batya Swift Yasgur

 

Uma nova casuística busca compreender se os jogos eletrônicos podem causar arritmias ventriculares e contribuir para a síncope em crianças com certas doenças subjacentes.

Os autores descrevem quatro casos de síncope resultantes de taquicardia ventricular (TV) ou fibrilação ventricular (FV) em três crianças com síndrome do QT longo (SQTL) ou taquicardia ventricular polimórfica catecolaminérgica (TVPC) que estavam jogando videogame de guerra em casa. As cardiopatias subjacentes ainda não haviam sido diagnosticadas em duas crianças.

"Estamos propondo que somente um grupo muito pequeno de crianças talvez tenha risco de arritmia ao jogar videogames", disse ao Medscape o autor do estudo, Dr. Christian James Turner, cardiologista e eletrofisiologista infantil da Sydney Children's Hospitals, na Austrália.

 

Matéria completa em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6504036

 

 

 

Rio de Janeiro/Brasília (Reuters) – Os incêndios na floresta amazônica brasileira este ano provocaram um aumento no número de crianças pequenas tratadas por problemas respiratórios por conta da fumaça que nublou o céu em toda a região, apontou um estudo divulgado na última quarta-feira (2/10).

Aproximadamente 5.000 crianças com nove anos ou menos foram tratadas durante os meses em maio e junho em 36 áreas do chamado "arco do desmatamento" do Brasil, a área que circunda parcialmente a Amazônia, onde a destruição da floresta é maior, de acordo com um estudo da Fundação Oswaldo Cruz.

Isso é o dobro da média mensal dos últimos 10 anos, com o estudo ligando o aumento aos incêndios florestais.

O estudo examinou apenas os casos de maio e junho, os dados mais recentes disponíveis, quando o número de queimadas foi um pouco maior que no ano anterior. Este período, no entanto, é anterior ao aumento de agosto, quando os incêndios na Amazônia quase triplicaram em relação ao mesmo período do ano passado.

 

Matéria completa em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6504048

 

 

 

Por: Donavyn Coffey

 

Crianças e adolescentes com ansiedade e depressão têm índice mais alto de idas ao pronto-socorro (PS) por crises de asma, de acordo com um estudo publicado on-line em 25 de setembro no periódico Pediatrics.

Os pesquisadores analisaram dados de 65.342 pacientes pediátricos com asma incluídos no Massachusetts All-Payer Claims Database, e constataram que quase um quarto (24,7%) tinham diagnóstico adicional de ansiedade (11,2%), depressão (5,8%) ou ambas (7,7%).

Além disso, pacientes com depressão e ansiedade coexistentes tiveram probabilidade duas vezes maior de procurar o pronto-socorro por alguma emergência relacionada com a asma em comparação com as crianças com asma, porém sem diagnóstico de transtorno psiquiátrico.

 

Matéria completa em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6504064

 

 

 

 

As crianças com menos de 1 ano são as mais suscetíveis às complicações graves do sarampo. Das quatro mortes registradas no Brasil neste ano em decorrência da doença, três atingiram bebês: de 4, 7 e 9 meses. De acordo o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, com dados de até 4 de setembro, as crianças com até 12 meses representam 13,8% dos casos confirmados de sarampo nos últimos 90 dias.
 
(...)A imunização contra o sarampo a partir dos 6 meses só é recomendada em casos de surto ativo, como o que ocorre no Brasil atualmente. De acordo com Renato Kfouri, presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), isso ocorre porque a vacina não tem grande eficácia nesta faixa etária, na qual a criança ainda carrega parte dos anticorpos herdados da mãe durante a gestação. Para bebês com menos de 6 meses, a vacina é contraindicada.

 

Matéria completa em: https://epoca.globo.com/sociedade/por-que-bebes-com-menos-de-1-ano-sao-mais-suscetiveis-ao-sarampo-e-como-protege-los-23948676

 

 

 

 

Publicado em 16 de setembro de 2019.

 

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Não é comum tomar a vacina contra o sarampo e contrair a doença, mas isso pode acontecer. Existem o que especialistas chamam de falhas primária e secundária.

Na primária, o indivíduo recebe as doses recomendadas pelo calendário nacional de imunização e o organismo não responde à vacina; já na secundária, há perda da proteção com o passar dos anos.

"A eficácia da vacina para uma dose fica entre 85% e 90%; para duas doses é de 95% a 97%, levando em consideração um paciente saudável. Isso significa que, em uma dose, o percentual de falha da vacina gira em torno de 10% a 15% e na segunda é de 3% a 5%", explica o presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kfouri.

 

Matéria completa em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2019/09/rara-falha-na-vacina-contra-o-sarampo-pode-acontecer-ck0mz800002mq01qodzrcgf71.html

 

 

 

UFRJ IPPMG - Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira
Desenvolvido por: TIC/UFRJ