DIR. ADJUNTA ATIVIDADES ACADÊMICAS

 

Quais são as recomendações para os pais ou responsáveis por crianças e adolescentes com obesidade?

  • –  Permitir que as crianças e adolescentes expressem suas dúvidas e medos e, caso per- sista alguma dúvida, contactar alguém da equipe médica assistente (endocrinologis- ta, enfermeira), por meios eletrônicos ou por telefone;

  • –  Manter as orientações nutricionais, limitando a compra de alimentos industrializados (p.ex.: batatas fritas, refrigerantes, biscoitos, sorvetes) e de refeições prontas;

  • –  Manter as doses e esquemas de medicamentos como recomendado;

  • –  Manter, estimular e participar de atividades físicas dentro de casa (p. ex.: pular corda, dançar, limpar a casa), e em ambientes seguros ao ar livre (p. ex.: domicílios com quintais), um ou mais horários do dia;

  • –  Manter as atividades escolares, indo à escola de forma habitual, assim que sua cidade autorizar o retorno às aulas;

  • –  Telefonar antes de ir para consulta médica, devido ao cancelamento de muitos ambu- latórios e consultórios nesse período de quarentena;

  • –  Definir horários para o uso saudável das telas, evitando ultrapassar os limites e o acesso sem supervisão a conteúdos inadequados, bem como definir horários para jogos online com os amigos;

  • –  Manter a caderneta de vacinação atualizada, inclusive atualizando a vacina contra gripe (H1N1). Não deve haver motivo para preocupação, pois não há evidência de interação entre a COVID-19 e a resposta imunológica às vacinas;

  • –  Deixar claro que o momento não é de férias e sim de uma situação transitória, na qual as atividades cotidianas devem ser cumpridas.

 

Texto completo em: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22443c-NA_-_Obesid_em_Crianc_Adolesc_e_COVID-19_.pdf

 

 

 

Em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu formalmente a pandemia de COVID-19, causada pelo coronavírus SARS-Cov-2.

No mundo, até a primeira semana de abril de 2020, mais de 1.300.000 casos da COVID-19 já haviam sido notificados com aproximadamente 73.000 óbitos pela doença. Esses números continuam aumentando a cada dia, com a liberação dos resultados de exames laboratoriais disponíveis. 

Na ausência de vacina ou agente terapêutico comprovadamente eficaz, uma estratégia de “distanciamento social” é a principal intervenção para impedir a propagação da infecção.

 

Leia o documento na íntegra

 

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Disponível em: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/recomendacoes-a-profissionais-de-saude-que-atendem-criancas-e-adolescentes-com-cancer-durante-a-pandemia-de-covid-19-atualizacao/

 

 

 

 

Data Inicial: 29/11/2020
Data Final: 02/12/2020
Coordenador:
Local:
País: Brasil
Cidade: Rio de Janeiro
 
 
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Data Inicial: 16/05/2021
Data Final: 19/05/2021
Coordenador:
Local: Centro de Convenções SulAmérica
País: Brasil
Cidade: Rio de Janeiro
 
 
 
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SOPERJ – Departamento Científico de Dermatologia

Ainda temos poucos dados relacionando lesões cutâneas a COVID-19. Uma busca na base de dados PUBMED utilizando os unitermos: “COVID-19 and skin” resulta em apenas 10 artigos. Autores sugerem que as manifestações encontradas podem ser semelhantes às observadas em outras infecções virais comuns.(1)

Foi descrito um caso na Tailândia, de rash cutâneo com petéquias e plaquetopenia, sendo inicialmente diagnosticado como dengue, doença frequente naquele país. O paciente evoluiu com sintomas respiratórios e foram excluídas, através das avaliações laboratoriais, as infecções virais comuns e confirmada infecção por COVID-19 pelo PCR. Com isso os autores sugerem a possibilidade de a infecção por COVID-19 se apresentar inicialmente com lesões cutâneas, sem febre e destacam a importância do diagnóstico diferencial e quebra da cadeia de transmissão da doença. (2).

 

Texto completo em: http://soperj.com.br/lesoes-cutaneas-e-covid-19/

 

 

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