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Por: Linda Carroll

 

(Reuters Health) — Crianças com câncer não precisam adiar o tratamento oncológico por preocupação de ter maior suscetibilidade à covid-19 (sigla do inglês, Coronavirus Disease 2019), sugere um novo estudo.

Depois de testar 120 pacientes com câncer infanto-juvenil assintomático para a infecção pelo SARS-CoV-2 (sigla do inglês, Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus 2), pesquisadores do Memorial Sloan Kettering Cancer Center (MSKCC) descobriram que apenas 2,5% tinham resultados positivos para o vírus, em comparação com 14,7% dos responsáveis pelas crianças que estavam assintomáticos, informam os pesquisadores no periódico JAMA Oncology.

Entre as 58 crianças expostas ao vírus ou que apresentaram sintomas sugestivos de infecção, 17 (29,3%) tiveram resultado positivo, sendo que apenas uma precisou ser hospitalizada por causa da covid-19 – sem indicação de tratamento intensivo.

 

"Com a atual pandemia de covid-19, nos preocupamos muito com como as crianças com câncer seriam atingidas", disse o coautor do estudo, Dr. Andrew Kung, diretor do Departamento de Pediatria do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center. "Foi reconfortante constatar que essas crianças não parecem ser mais vulneráveis do que as outras. Com essas informações, agora podemos nos sentir confiantes para continuar o tratamento oncológico e não nos atrasarmos por receios em relação à sensibilidade ao SARS-CoV-2."

 

Matéria completa em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6505003?nlid=136275_4208&src=WNL_ptmdpls_200708_mscpedit_peds&uac=311575FR&impID=2451662&faf=1

 

 

 

Os Departamentos Científicos de Alergia, Endocrinologia e Pneumologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) emitiram nota conjunta sobre o uso de dexametasona no tratamento da Covid-19, reforçando a mensagem de que a eficácia deste fármaco ainda não foi comprovada em crianças que evoluíram para o uso ou não de oxigênio, nem tampouco como prevenção da doença. O texto ressalta ainda que o uso indevido do medicamento e sem acompanhamento médico pode trazer prejuízos à saúde das crianças.

ACESSE AQUI A ÍNTEGRA DA NOTA.

O documento da SBP foi elaborado logo após a Universidade de Oxford, do Reino Unido, divulgar os resultados preliminares do estudo Recovery (Randomized Evaluation of COVid-19 thERapY) em que há a possibilidade de o medicamento salvar vidas neste período de pandemia. Em março de 2020, o estudo foi estabelecido como um ensaio clínico randomizado para testar uma variedade de tratamentos potenciais para Covid-19, incluindo doses baixas de dexametasona (um tratamento com esteroides). Mais de 11.500 pacientes foram envolvidos, em mais de 175 hospitais do Sistema Nacional de Saúde (NHS) no Reino Unido.

 

Matéria completa em: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/covid-19-pediatras-alertam-que-dexametasona-nao-tem-eficacia-comprovada-no-tratamento-de-criancas/

 

 

 

Por: Fran Lowry

 

O antipsicótico lurasidona demonstra eficácia prolongada no tratamento da depressão bipolar em crianças e adolescentes, sugerem novas pesquisas.

Em um ensaio clínico aberto em fase de extensão, analisando pacientes de 10 a 17 anos de idade, o cumprimento de até dois anos de tratamento com lurasidona foi associado a melhora sustentada dos sintomas depressivos. Houve taxas progressivamente mais altas de remissão, recuperação e remissão sustentada.

Uma das pesquisadoras do estudo, a Dra. Manpreet K. Singh, médica e diretora do Stanford Pediatric Mood Disorders Program, nos Estados Unidos, pontuou que o início precoce da depressão bipolar é comum. Apesar de a prevalência ter ficado razoavelmente estável em torno de 1,8% nas populações pediátricas, esses pacientes têm "muito poucas opções de tratamento disponíveis para as fases de depressão", que geralmente é a predominante e pode ser difícil de identificar.

 

Matéria completa em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6504977

 

 

 

Estados Unidos (Reuters Health) — Casos de uma síndrome hiperinflamatória rara que se acredita estar ligada ao novo coronavírus continuam sendo notificados em todo o mundo.

Durante um período de 10 dias, em meados de abril, médicos trataram com choque hiperinflamatório um número “sem precedentes” de oito crianças que deram entrada na unidade de tratamento intensivo (UTI) pediátrica do Evelina London Children's Hospital, no Reino Unido, acionando um alerta nacional.

Dra. Shelley Riphagen e colaboradores descreveram o agrupamento de casos em um artigo no periódico The Lancet.

Seis das oito crianças tinham ascendência afro-caribenha e cinco eram meninos. As oito crianças, que antes estavam “bem”, apresentavam sinais e sintomas semelhantes à doença de Kawasaki atípica, síndrome de choque da doença de Kawasaki ou síndrome do choque tóxico. Quatro crianças tinham exposição conhecida ao coronavírus na família.

 

Matéria completa em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6504998

 

 

 

A Biblioteca do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) realizará 5 encontros com treinamentos em busca bibliográfica: 

 

Incrições (vagas limitadas): https://doity.com.br/aulas-de-busca-bibliografica/

 

 

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