Por: Dra. Ilana Polistchuck (colaborou Teresa Santos)

 

O 36º Congresso de Cardiologia da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj 2019), realizado em maio na capital fluminense, trouxe a dimensão do uso da espiritualidade (e, na sequência, da religiosidade) nos processos da relação médico-paciente e médico-familiares como instrumento terapêutico e como objeto de pesquisa científica.

Os representantes e simpatizantes do Grupo de Estudos em Espiritualidade e Medicina Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia (GEMCA-SBC) [1] repetiram o que vêm fazendo em outros congressos, promovendo eventos que trazem definições, experiências clínicas, discussão de casos e resultados de estudos relacionados com patologias cardiovasculares, longevidade, finitude, métodos paliativos, senilidade e relação com a morte, com uma visão centrada no paciente.

Fazer uma boa anamnese espiritual e religiosa e relativizar com os dados do paciente para seu benefício no tocante ao seu processo de saúde, doença e morte parece ser o eixo da conduta preconizada pelo GEMCA e outros grupos similares no Brasil e no mundo.

 

Texto completo em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6503645

 

 

 

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou nesta semana o Manual de Orientação “Benefícios da Natureza no Desenvolvimento de Crianças e Adolescentes”. O documento, elaborado pelo Grupo de Trabalho em Saúde e Natureza, visa o fornecimento de orientações para pediatras, educadores e famílias sobre a importância do convívio junto ao meio ambiente para a saúde e bem-estar da população pediátrica.

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A humanização na saúde está relacionada às práticas e recursos voltados à ampliação do relacionamento entre médicos e pacientes. Entender o sofrimento de quem necessita de atendimento, bem como contar com suas opiniões, é uma das premissas de um trabalho que leva em conta a totalidade do indivíduo para além da enfermidade. O médico, poeta, pintor e filósofo espanhol, José de Letamendi y Manjarrês (1828-1897) dizia que “o médico que apenas sabe medicina, nem medicina sabe”.

Foi com base nessa narrativa que a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) escolheu o tema central do 13º Congresso Brasileiro Pediátrico de Endocrinologia e Metabologia (Cobrapem): “Humanidades e Medicina: a contribuição da Endocrinologia Pediátrica”. A expectativa do evento, que acontece até o próximo sábado (1/6), em Costa do Sauípe (BA), é mostrar aos participantes a importância da humanização do paciente.

“Não há dúvidas de que o Brasil precisa de pediatras cada vez mais qualificados e de sensibilidade aguçada, capazes de entender o que não se traduz em palavras, um talento que se desenvolve a partir do contato com as abordagens ligadas às humanidades e à espiritualidade. Os pacientes e suas famílias também se beneficiarão pelas mudanças surgidas, ao ganharem a atenção de pediatras melhor preparados e mais sensíveis”, disse a presidente da SBP, dra. Luciana Rodrigues Silva.

 

Texto completo em: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/13o-cobrapem-estimula-diretrizes-da-humanizacao-na-relacao-entre-pediatras-e-pacientes/

 

 

 

Período: 15 de Junho de 2019 
Local: Rio de Janeiro
Cidade: Rio de Janeiro / Brasil 
Informações: Edital 
Descritivo: Inscrições 

 

 

 

Período: 9 de Junho de 2019 
Local: Orla de Copacabana com a saída em frente ao Hotel Copacabana Palace
Cidade: Rio de Janeiro / Brasil 
Descritivo:

Programação

 

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