DIR. ADJUNTA ATIVIDADES ACADÊMICAS

 

O Departamento Científico de Neurologia da Sociedade Brasileira de Pediatria divulgou uma nota de alerta com orientações para auxiliar os médicos pediatras no atendimento emergencial de crianças com Transtorno de Espectro Autista (TEA), durante a pandemia do novo coronavírus. O documento também fornece uma série de informações para os pais e responsáveis sobre os cuidados necessários com essas crianças neste momento.

 

Acesso completo em: http://soperj.com.br/criancas-autistas-e-covid-19/

 

 

 

O Programa Nacional de Educação Continuada em Pediatria (PRONAP) é um curso de educação continuada por correspondência desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que possibilita aos pediatras participarem de uma atualização e revisão de conhecimentos.

 

Maiores informações: https://www.sbp.com.br/sbp-servicos/ead-educacao-a-distancia/pronap/

 

 

 

Panorama dos principais desafios enfrentados no atendimento da população pediátrica, como urgências do trato respiratório e opções de tratamento sistematizado. O curso digital é desenvolvido em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e conta com a experiência acadêmica e prática de mais de 20 especialistas, além da coordenação técnica do Dr. Sérgio Luís Amantéa. Emergências respiratórias em crianças exigem agilidade no diagnóstico clínico e habilidade no manejo. O curso traz um panorama dos principais desafios enfrentados no atendimento da população pediátrica, abordando características específicas de urgências do trato respiratório e opções de tratamento sistematizado. Tudo isso em acordo com as melhores evidências científicas, por meio de aulas didáticas e interativas, com casos clínicos comentados e questões desenvolvidas pelos professores.

 

Maiores informações: https://www.artmed360.com.br/medicina-pediatria-pediatria-emergencias-respiratorias-p1006790?utm_source=referral&utm_medium=sociedade-pediatria-SBP&utm_campaign=banner-produto-sbp

 

 

 

A pandemia provocada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) traz grande preocupação para os profissionais da saúde, bem como para a população. Segundo o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos da América), as pessoas com maior risco da doença grave COVID-19 são os idosos e aquelas de qualquer idade com problemas de saúde como:1

– Doenças do sangue;
– Doença renal crônica;
– Doença hepática crônica;
– Diminuição da imunidade;
– Gravidez atual ou recente (últimas duas semanas); – Diabetes mellitus;
– Distúrbios metabólicos;
– Doença cardíaca;
– Doença pulmonar;
– Doença neurológica.

 

Acesso completo em: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22493c-NA_-_Recom_profiss_atendem_pacien_hematologicas.pdf

 

 

 

A partir das principais dúvidas dos pacientes com síndrome de Cushing sobre a possibilidade de maior risco de adquirir ou desenvolver complicações da COVID-19, o Departamento Científico de Endocrinologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou na última sexta-feira (1) uma nota de alerta para informar e orientar os pediatras sobre a associação entre a síndrome de Cushing e a COVID-19 em crianças e adolescentes.

ACESSE AQUI A ÍNTEGRA DA NOTA DE ALERTA

A corticoterapia crônica, prescrevendo-se doses farmacológicas de glicocorticoides, é muito utilizada em Pediatria para o tratamento de várias doenças como, por exemplo, doenças autoimunes, reumatológicas, renais, pulmonares e oncológicas. Como resultado dessa exposição prolongada a uma quantidade excessiva de glicocorticoides alguns pacientes desenvolvem síndrome de Cushing, a qual também pode ter causas endógenas de origem adrenal ou hipofisária.

Segundo a nota da SBP, a exposição prolongada a quantidade elevada de glicocorticoide causa múltiplos efeitos anti-inflamatórios e imunossupressores, afetando praticamente todo o sistema imunológico. A quantidade de corticosteroide absorvida sistemicamente e a duração de sua administração para que ocorra supressão do sistema imunológico são questões ainda sem respostas.

O documento da SBP ressalta que a exposição prolongada a níveis séricos elevados de corticosteroide (endógeno ou exógeno) causa imunossupressão tornando os indivíduos mais vulneráveis e de alto risco para infecções, incluindo a COVID-19. “Além disso, esses pacientes habitualmente possuem comorbidades associadas como obesidade, diabetes mellitus e hipertensão arterial que aumentam o risco de complicações”, diz trecho da nota.

 

Matéria completa em: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/novo-alerta-orienta-pediatras-sobre-a-associacao-entre-sindrome-de-cushing-e-covid-19/

 

 

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