Período: 30 de Abril de 2019 
Coordenação: Dra. Patrícia Correia - Presidente do Departamento de Ensino 
Local: Hospital Central do Exército - Rua Francisco Manuel, nº: 126
Cidade: Rio de Janeiro / Brasil 

Descritivo:

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O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é um transtorno do desenvolvimento neurológico, caracterizado por dificuldades de comunicação e interação social e pela presença de comportamentos e/ou interesses repetitivos ou restritos. Esses sintomas configuram o núcleo do transtorno, mas a gravidade de sua apresentação é variável1. Trata-se de um transtorno pervasivo e permanente, não havendo cura, ainda que a intervenção precoce possa alterar o prognóstico e suavizar os sintomas. Além disso, é importante enfatizar que o impacto econômico na família e no país, também será alterado pela intervenção precoce intensiva e baseada em evidência*.

Leia o material na íntegra

 

 

 

Com o objetivo de compartilhar saberes e as discussões mais recentes acerca da Primeira Infância, será promovido, no dia 2 de maio, o 1º Fórum Nordeste de Pediatria: a cidadania inicia na Primeira Infância. A atividade ocorrerá concomitantemente ao 1º Congresso Integrado de Pediatria do Nordeste (Nordesteped). A promoção é da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e das filiadas da Região Nordeste.

CLIQUE AQUI E CONFIRA A PROGRAMAÇÃO NA ÍNTEGRA

 

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Por: Elioenai Paes

 

Um estudo publicado no periódico The Lancet este mês avalia as causas de morte de crianças de 5 a 14 anos em Brasil, México, Índia e China – países que abrigam cerca de 40% da população dessa faixa etária no planeta.

O trabalho, que analisou dados entre 2005 e 2016, elucida as principais causas de morte em cada região, e abre caminho para discussões sobre metas de redução da mortalidade nessa faixa etária , já que a maioria das mortes foi considerada passível de prevenção.

Os pesquisadores analisaram informações sobre 244.401 mortes a partir de dados representativos fornecidos por instituições governamentais de cada país. No Brasil, os dados utilizados foram coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a médica brasileira, doutora em epidemiologia e uma das autoras do estudo, Dra. Cynthia Boschi-Pinto, havia uma lacuna importante no conhecimento sobre as causas de morte em crianças dessa faixa etária, pois as atenções estavam voltadas apenas à mortalidade de crianças menores de cinco anos – atualmente a taxa de mortalidade de crianças entre 5 e 14 anos é seis vezes menor do que a de crianças abaixo de cinco anos, em todo o mundo. Este foco na primeira infância ganhou força especialmente depois do estabelecimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2000.

 

Texto completo em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6503405

 

 

 

Por: Megan Brooks

 

Maus-tratos na infância têm efeito prejudicial sobre a estrutura cerebral e aumentam o risco de desfechos clínicos desfavoráveis nos pacientes com depressão maior, inclusive de episódios depressivos recorrentes, sugere nova pesquisa.

"Nossos achados reforçam o conceito de que os pacientes que sofreram maus-tratos podem ter diferenças clínicas e neurobiológicas dos pacientes que não sofreram maus-tratos", disse ao Medscape o Dr. Nils Opel, médico do Departamento de Psiquiatria da Westfälische Wilhelms-Universität (WWU) na Alemanha.

"Futuras pesquisas devem considerar que os pacientes que sofreram maus-tratos poderiam representar um subgrupo diferenciado que exige atendimento e cuidados especializados".

O estudo foi publicado on-line em 21 de março no periódico Lancet Psychiatry.

 

Texto completo em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6503440

 

 

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