A “Anemia Ferropriva” é o tema abordado no podcast da revista Residência Pediátrica desta quinta-feira (18). O programa conta com a apresentação do presidente da Sociedade Paraibana de Pediatria (SPP), dr. Leonardo Cabral.

 

CLIQUE AQUI PARA OUVIR O PROGRAMA NA ÍNTEGRA.

 

Disponível em: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/podcast-anemia-ferropriva/ 

 

 

 

 Por Anasia Moloney

 

Bogotá — Na principal maternidade de Caracas, os bancos de sangue e armários de remédios estão vazios, há cortes regulares de energia e água, e mulheres e meninas estão morrendo desnecessariamente, segundo uma das poucas médicas remanescentes, a Dra. Luisangela Correa.

A cirurgiã é uma das três que restaram no hospital Concepción Palacios, na capital venezuelana, onde os elevadores e a maioria dos banheiros estão fechados e não há gazes, esterilizadores ou aparelhos de radiografia.

"Somos como prisioneiros, mantidos reféns por esta situação. A esperança é o que nos mantém aqui", disse à Thomson Reuters Foundation a Dra. Luisangela, de 45 anos.

"Se não abandonamos o hospital, é porque esperamos que as coisas melhorem."

 

Milhões de venezuelanos fugiram do país para escapar de uma crise econômica e política que deixou cerca de sete milhões, um em cada quatro venezuelanos, precisando de ajuda humanitária, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).

A chefe de direitos humanos da ONU, Michelle Bachelet, disse após uma missão de três dias ao conturbado país sul-americano, que o sistema de saúde da Venezuela estava em "estado grave".

A falta de medicamentos e equipamentos básicos estava "causando mortes evitáveis", descreveu ela, algo que a Dra. Luisangela está testemunhando em primeira mão.

As taxas de infecção na maternidade são altas porque os funcionários da limpeza não têm desinfetantes para eliminar as bactérias, e não há esterilizadores para os médicos limparem os equipamentos, disse ela.

 

Texto completo em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6503764

 

 

 

Por Pauline Anderson

 

OSLO, Noruega —  Convulsões febris recorrentes nas crianças estão associadas a maior risco de transtornos psiquiátricos e epilepsia mais tarde, revela nova pesquisa.

Pesquisadores dinamarqueses encontraram risco de epilepsia e transtornos psiquiátricos em 30 anos de 15% e 30%, respectivamente, entre crianças que tiveram três ou mais convulsões febris. Comparativamente, o risco de doença mental e epilepsia entre as pessoas sem este quadro é de 2% e 17%, respectivamente.

"Estes resultados são muito importantes, dado que tanto a epilepsia quanto os transtornos psiquiátricos podem ter grande repercussão na qualidade de vida dos pacientes e de suas famílias, e porque esses transtornos estão associados a grandes custos sociais", disse ao Medscape a pesquisadora do estudo Dra. Julie Werenberg Dreier, Ph.D., pós-doutoranda do Center for Registerforskningda Aarhus Universitet, na Dinamarca.

O estudo também mostrou que há aumento da mortalidade entre os pacientes com convulsões febris recidivantes que evoluem com epilepsia. Os achados foram apresentados no Congress of the European Academy of Neurology (EAN) 2019.

 

Texto completo em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6503752

 

 

 

Por Roxana Tabakman

 

Uma nova pesquisa internacional confirma e quantifica os efeitos benéficos das leis antitabaco na saúde das crianças brasileiras. 

Os autores estimaram que a implementação da lei federal antifumo no Brasil contribuiu para evitar a morte de 15.068 crianças com menos de um ano, e calcularam que outras 10.091 vidas poderiam ter sido salvas (IC 95% de 1.196 a 21.761) se o país inteiro tivesse adotado leis mais rigorosas desde 2000.

A pesquisa, fruto da colaboração do Imperial College London, na Inglaterra, com a Universidade de São Paulo (USP), o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Erasmus University Medical Center , na Holanda, a University of Edinburgh, no Reino Unido, e a União Internacional Contra a Tuberculose e Doenças Pulmonares, na França, concluiu que os benefícios para a saúde da criança seriam ainda maiores nos locais mais pobres e com menos acesso à escolaridade.

 

O estudo

 

O tabagismo passivo está relacionado com várias doenças na infância, assim como com o nascimento pré-termo e o baixo peso ao nascer, e há evidências de que em países de alta renda as leis antifumo impactaram positivamente na saúde das crianças. Segundo o Dr. Christopher Millet, professor de saúde pública da faculdade de medicina do Imperial College London e professor convidado da USP, a ideia de realizar esta pesquisa "nasceu do conhecimento sobre o impacto da legislação na Europa, "e por sabermos que em países de renda média, como o Brasil, a pesquisa era limitada; havia uma brecha nas evidências", disseram ao Medscape por e-mail o Dr. Millet e o Dr. Thomas Hone, ambos autores do trabalho.

 

O Brasil foi considerado um local importante para avaliar o impacto das leis antifumo na infância, por apresentar uma taxa relativamente alta de mortalidade infantil e, ao mesmo tempo, ser reconhecidamente um dos líderes no controle do tabaco.

 

Texto completo em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6503754

 

 

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ATENÇÃO

 

No dia 10/07 (quarta-feira) a biblioteca do IPPMG estará fechada para trabalhos internos e nos dias 15/07 (segunda-feira), 16/07 (terça-feira) e 17/07 (quarta-feira) devido a um curso que será ministrado pela a coordenadora da Biblioteca.

 

Atenciosamente,

 

Equipe Biblioteca IPPMG.

 

 

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