O Departamento Científico de Toxicologia e Saúde Ambiental da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou na terça-feira (7) o documento científico “Anamnese ambiental em Pediatria”. A publicação tem como objetivo orientar os pediatras durante o acompanhamento do desenvolvimento da criança, identificando, pela história clínica, os principais riscos ambientais e investigando onde a criança vive, brinca, estuda ou trabalha.

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Segundo o documento, a Pediatria Ambiental (Children’s environmental health - CEH) estuda as influências do ambiente sobre a saúde e o desenvolvimento da criança. Teve sua origem nas áreas de Toxicologia, Saúde Ocupacional, Epidemiologia e Toxicologia Pediátrica e alcançou importância crescente nas últimas décadas, integrando atualmente um dos programas em saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Segundo a OMS, a saúde ambiental abrange todos os aspectos da vida humana, incluindo a qualidade de vida em seus aspectos biológicos, químicos, físicos, sociais e psicossociais. Também engloba as medidas teóricas e práticas para avaliar, corrigir, controlar e prevenir fatores ambientais que poderiam afetar de forma adversa a saúde das gerações presente e futuras.

 

Texto completo em: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/novo-documento-da-sbp-aborda-anamnese-ambiental-em-pediatria/

 

 

 

No próximo dia 20 de maio será a última virada do lote de inscrições com desconto para o 13º Congresso Brasileiro Pediátrico de Endocrinologia e Metabologia (Cobrapem). O evento, promovido pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) em parceria com a Sociedade Baiana de Pediatria (Sobape), ocorrerá entre os dias 29 de maio e 1º de junho, na Costa do Sauípe (BA). Os valores da tabela vigente variam entre R$ 175, para estudantes cadastrados na Liga de Pediatria da SBP, e R$1.100, para médico não associado à instituição.

 

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Entre os destaques do evento está a discussão sobre o tema “Medicina e humanidades: a contribuição da endocrinologia pediátrica”. Para o presidente do evento e do Departamento Científico de Endocrinologia da SBP, dr. Crésio Dantas Alves, “o 13º Cobrapem representará a contribuição da endocrinologia pediátrica na restauração da ruptura entre o tecnicismo e o humanismo, tão presentes na prática médica atual”.

 

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A associação de constipação com disfunção do trato urinário inferior (DTUI) em crianças foi descrita por Koff em 1998 e denominada “síndrome da disfunção das eliminações”. Hoje chamada de “disfunção vesical e intestinal” (DVI), termo usado para descrever um espectro de sintomas urinários e intestinais, de acordo com a Sociedade Internacional de Continência Urinária1.

 

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Por: Liam Davenport

 

Glasgow, Escócia — Crianças menores de cinco anos de idade devem ser fisicamente ativas e ter uma boa qualidade de sono, bem como passar o mínimo de tempo possível restritas em carrinhos ou cadeirinhas de bebê ou sentadas diante de telas, de modo a poderem crescer saudáveis, dizem as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A nova orientação publicada em 24 de abril, foi também apresentada no fim de semana de 27 e 28 de abril na European Conference on Obesity (ECO) 2019. Contudo, essa orientação gerou críticas de especialistas que questionam a qualidade das evidências utilizadas para fundamentar as recomendações, bem como a viabilidade e as vantagens de limitar o tempo de tela.

A OMS convocou um grupo de especialistas para revisar a literatura disponível sobre o impacto do sono inadequado, do tempo de tela e do sedentarismo nas crianças, bem como as vantagens do aumento do grau de atividade.

 

Texto completo em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6503539

 

 

 

Por: Tara Haelle

 

Duas em cada cinco crianças internadas por crise aguda de asma cometem algum erro ao usar os próprios inaladores, mostra um estudo transversal prospectivo. Pular alguma etapa importante, como não respirar direito durante o uso do inalador , foi particularmente comum entre as crianças que usaram um espaçador de asma com bocal, em comparação às que usaram um espaçador com máscara.

"Apesar de estudos robustos demonstrarem que instruir pacientes com asma pode melhorar tanto a destreza no tratamento como os desfechos clínicos, nosso estudo mostra que ainda há um grande déficit no que diz respeito ao uso correto do inalador entre os pacientes asmáticos que acabam precisando de internação", escreveram a Dra. Waheeda Samady, médica da Ann & Robert H. Lurie Children's Hospital e da Northwestern University Feinberg School ofMedicine, em Chicago, e equipe.

 

Texto completo em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6503545

 

 

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