O Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ, SiBI, através do seu Centro Referencial, oferecerá mais um treinamento em uso de bases de dados e Portal CAPES para a comunidade acadêmica nos próximos dias 25 e 26 de outubro, no Auditório Pedro Calmon, no Campus Praia Vermelha e no Salão Nobre do CCMN, no Campus Ilha do Fundão, respectivamente. Nesta edição teremos pela manhã como convidada a editora Elsevier, apresentando as bases de dados SCOPUS, Science Direct e Reaxy’s, além da ferramenta de gerenciamento de citações e referências MENDELEY. Recursos de grande importância para a pesquisa científica e produção de artigos.

Na parte da tarde, nossos bibliotecários também estarão presentes para esclarecer dúvidas sobre o uso e apresentação do Portal CAPES e outros recursos informacionais.

As apresentações são iguais, portanto a comunidade pode escolher o dia e local que melhor lhe atende.

 

Dia(s): 25/10/2017 - 26/10/2017
Horário: 9:00 - 17:00

Valor: Grátis
Período de inscrição:Não é necessário inscrição

Email do organizador: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Telefone de contato: 21229*51397

 

 

 

A biblioteca está com novos livros no seu acervo!!!

 

20170915_155023 (1).jpg

 

 

A Sociedade Brasileia de Pediatria divulgou esta semana um documento com orientações para o uso de remédios em creches e escolas. Segundo os pediatras, a administração de medicamentos por educadores nas instituições de Educação Infantil deve seguir critérios de segurança para evitar prejuízos na saúde e nas atividades pedagógicas das crianças. O objetivo é evitar o uso inadequado ou a automedicação e promover educação em saúde no ambiente escolar.

“O ponto principal é sempre seguir uma recomendação profissional de saúde, uma receita médica, que essa receita seja mandada para escola ou para creche não só uma anotação em agenda como se costuma fazer. Outro ponto importante é sempre preservar a embalagem original do remédio com a identificação da criança”, explica Dra. Érica Cavalcante, pediatra.

Se o estado de saúde da criança for bom, de uma maneira geral, ela pode receber a medicação na própria escola, com alguns cuidados, para evitar que sua frequência às aulas fique prejudicada, mas também se a creche ou escola sentir que não está apta a realizar a medicação a instituição pode não fazer a administração.

“A escola pode ou não acatar em fazer essa medicação então tem que ver se tem algum profissional habilitado para fazer essa administração da medicação. É importante que os pais entrem em contato com a escola para saber se existe alguém habilitado para fazer a dosagem”, disse a pediatra.

A SBP orienta para que os pais mantenham contato permanente com a equipe escolar, principalmente se o medicamento for de uso contínuo ou em outras situações especiais. No caso dos adolescentes, eles podem se responsabilizar por sua medicação.

 

Fonte: http://www.folhago.com.br/artigo/219753/Sociedade-Brasileira-de-Pediatria-lanca-cartilha-com-orientacoes-para-uso-de-medicacao-em-creches-e-escolas

 

 

 

A Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro (Soperj) lançou hoje (12) uma campanha para alertar as mulheres grávidas e as que pretendem engravidar sobre os riscos da ingestão de bebidas alcoólicas para o feto. Segundo a diretora da Soperj, Leda Amar de Aquino, como não se sabe a quantidade segura de bebida alcoólica que uma grávida pode tomar, a recomendação é “álcool zero”. O alerta, segundo ela, é referendado pela Academia Americana de Pediatria e pelo Colégio Americano de Obstetras e de Ginecologistas.

Quando a grávida ingere álcool, a substância atravessa a placenta, e pela imaturidade e pelos baixos níveis das enzimas do feto, o metabolismo e a eliminação do álcool são mais lentos. Isso faz com que o bebê fique mais exposto aos efeitos da bebida, que são mais frequentes no cérebro e no coração.

Um dos principais problemas que o consumo de álcool durante a gestação pode trazer ao bebê, segundo Leda, é a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), que não tem cura e pode aparecer de diversas formas. “No nascimento, você já pode perceber, pelo rosto do bebê, se ele é portador dessa síndrome. Ele tem um rosto diferente”, explicou. Olhos afastados, base do nariz achatada, lábio superior mais fino e microcefalia são alguns dos traços que podem indicar a presença da síndrome, segundo a diretora da associação médica.

A criança com SAF pode apresentar também alterações renal e cardíaca sérias, além de mostrar transtornos mais tardios. “Muitas vezes, a criança não vem com essas alterações que são perceptíveis ao nascimento, mas ao longo do crescimento, pode-se perceber alterações no seu desenvolvimento, inclusive retardo mental. Pode ter problemas de escolaridade, problemas comportamentais”, listou a médica.

De acordo com a Soperj, no Brasil a incidência da SAF é de 1,5 caso por mil crianças nascidas vivas. Além disso, há 34,1 casos de portadores de alterações do neurodesenvolvimento relacionadas ao álcool por mil nascidos vivos.

 

Disponível em: http://istoe.com.br/sociedade-de-pediatria-alerta-para-risco-de-ingestao-de-alcool-por-gravidas/

 

 

 

 

csm_sim_74bd7bc963.jpg

 

Data: 13 a 16 de Setembro de 2017

Local: MAKSOUD PLAZA HOTEL - SÃO PAULO/SP

Endereço: R. São Carlos do Pinhal, 424 – Bela Vista
Promotor: Centro de Estudos do Hospital e Maternidade Santa Joana

Site: www.meetingeventos.com.br

Informações e inscrições:

Meeting Eventos

Tel. (11) 3849-8263 ou 3849-0379

Site: www.meetingeventos.com.br 
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

UFRJ IPPMG - Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira
Desenvolvido por: TIC/UFRJ