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DIR. ADJUNTA ATIVIDADES ACADÊMICAS

 

O debate sobre a inclusão das crianças e adolescentes com deficiência é um assunto que faz parte das atividades diárias da SOPERJ ao longo do ano. O tema é muito estimulado pelo Departamento de Adolescência da Sociedade, presidido pela Dra. Rachel Niskier, que também é pediatra do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz).

 

[...]  O PAPEL DO PROFISSIONAL DE SAÚDE

Não só os pediatras, mas todo profissional de saúde que convive e atende crianças e adolescentes com deficiência (psicólogos, educadores etc), precisam entender que o papel deles é:

  • - Ouvir sempre o que essa criança ou adolescente têm a dizer. Isso é o mais importante. Muitas vezes a palavra é dada ao responsável na hora do atendimento. É preciso estimular a interação deles, pois eles têm o que dizer;
  • - Valorizá-lo como pessoa e valorizar a autoestima;
  • - Estimular a inserção social;
  • - Identificar as habilidades presentes;
  • - Acolher, apoiar e orientar as famílias com carinho e dedicação;
  • - Apoiar a mídia na relação dela com os textos, devido à complexidade do tema;
  • - Apoiar e notificar sempre ao Conselho Tutelar nas omissões do Estado.

 

Texto completo em: http://soperj.com.br/criancas-e-adolescentes-com-deficiencia-a-atencao-pediatrica/

 

 

 

 

Começou a campanha de vacinação contra o sarampo no Rio de Janeiro. O Governo Federal reforça a necessidade da conscientização da sociedade para evitar um surto da doença no Estado. O público-alvo é a população de seis meses até 49 anos e, por conta disso, é importante os pais ficarem atentos e não deixarem de levar seus pequenos.

Em 2019, o Rio de Janeiro teve 373 casos confirmados, o que é considerado preocupante. O crescimento da doença avançou em diversas partes do mundo nos últimos tempos e fez com que países como o Brasil,  Reino Unido e a Venezuela perdessem o certificado internacional de erradicação do sarampo.

 

Marque na Agenda

A campanha de vacinação terá dois “dias D” com o objetivo de intensificar a mobilização na cidade. O primeiro será no dia 1 de fevereiro e o outro em 7 de março. Os pontos ficarão concentrados em estações de trem e metrô. O governo também pretende fazer uma busca ativa das pessoas que não se vacinaram, nas residências, escolas e universidades.

 

 

 

O primeiro lote de inscrições com desconto para o 3º Simpósio Brasileiro de Dermatologia Pediátrica (Dermaped) vai até o dia 30 de janeiro. Os valores variam entre R$ 125,00 (para estudantes cadastrados na Liga de Pediatria da SBP) e R$850,00 (para médicos não associados). O evento acontecerá entre os dias 20 e 22 de maio, em Florianópolis (SC), e é realizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), em parceria com a Sociedade Catarinense de Pediatria (SCP). 

 

CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO

 

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As inscrições com o primeiro lote de desconto para o 3º Congresso de Brasileiro de Urgências e Emergências Pediátricas já estão abertas e vão até o dia 31 de janeiro. O evento – realizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), em parceria com a Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro (Soperj) – ocorrerá entre os dias 10 e 13 de junho, no Rio de Janeiro (RJ). Os valores vão de R$180,00 (para estudantes cadastrados na Liga de Pediatria da SBP) a R$ 950,00 (para médicos não associados à instituição), de acordo com a tabela vigente.

 

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Por: Batya Swift Yasgur

 

Um novo estudo traz achados tranquilizadores para as mulheres que desejam amamentar seus bebês mas fazem uso de anticonvulsivantes.

Os pesquisadores analisaram a concentração criança-mãe de anticonvulsivantes na 5ª e 20ª semanas após o parto por meio de amostras de sangue de 164 mulheres em aleitamento materno que estavam tomando este tipo de medicamento, e de seus bebês.

Quase metade das concentrações de anticonvulsivantes nos lactentes foi inferior ao limite de quantificação (LQ) e muito inferiores às concentrações no sangue das mães.

"Observamos sistematicamente grandes grupos de lactentes e descobrimos que os níveis gerais eram mais baixos do que na mãe, e em muitos eram bastante baixos, abaixo de um nível detectável", disse ao Medscape, o pesquisador do estudo Dr. Kimford Meador, médico e professor de neurologia na Stanford University School of Medicine e no Stanford Neuroscience Health Center, nos Estados Unidos.

"Considerando a ausência de eventos adversos relacionados com o aleitamento e os reconhecidos benefícios desta prática – redução do risco de depressão, câncer, diabetes e infecção, para citar alguns – eu incentivo que, se as mães quiserem e puderem, amamentem mesmo se estiverem tomando anticonvulsivantes. Não vi nenhum efeito indesejável em meus pacientes em 20 anos", relatou o Dr. Kimford.

 

Texto completo em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6504364

 

 

 

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